Por: José Joacir dos Santos
O Presidente da Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki, José Joacir dos Santos, participou, em Fortaleza, Ceará, a convite dos mestres filiados naquele estado, do seminário “A Terapia Reiki e sua importância na produção do cuidado em saúde”, patrocinado pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Fortaleza, pelo “Sistema Municipal de Saúde Escola” (AMSE), o Projeto “Cirandas da Vida”, o Projeto de “Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde” (ANEPS), a Universidade Estadual do Ceará (UECE) e a Radio Ajir (www.ajir.com.br ).
Além da reciclagem dos mestres filiados e residentes no Ceará, realizada em dois dias de seminário intenso, foram organizadas diversas palestras para públicos diferenciados, inclusive profissionais de saúde, médicos, enfermeiros a população reikiana da capital e cidades vizinhas, mesmo aqueles oriundos de mestres não-filiados, e também o público em geral.
O presidente Joacir também participou de reuniões com lideranças políticas da Grande Fortaleza, realizadas com a participação de representantes de várias especialidades terapêuticas, profissionais de saúde ligados ao SUS, representantes de 16 projetos sociais ativos em Fortaleza com a finalidade de discutir caminhos de integração entre os profissionais envolvidos com as práticas integrativas de saúde pública, incluindo a universidade, para um trabalho conjunto visando instalação de políticas públicas permanentes e multidisciplinares.
Fortaleza pode se tornar, em breve, em um Estado-Modelo no país, porque já está materializando e fazendo acontecer as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), para a Terapias Complementares de Saúde Humana, publicadas em 1983, ignoradas por governos anteriores e trazidas à superfície pelo Presidente Lula através de várias Medidas Provisórias. Essas diretrizes precisam ser, com urgência, regulamentadas pelos governos estaduais e municipais, de forma permanente. A saúde pública e a regulamentação das novas profissões, das novas terapias complementares de saúde humana, precisam ter bases políticas permanentes, uma vez que a saúde da Nação Brasileira não é algo passageiro nem pode ser tratada com paliativos, à mercê de administrações passageiras e impermanentes.
A grande maioria dos estados brasileiros está esperando que o Governo Federal tome a iniciativa de regulamentação porque não tem conhecimento de que isso já foi feito. Falta lideranças estaduais comprometidas com as necessidades de saúde pública, ignorando que o país é hoje um dos mais desenvolvidos em terapias complementares de saúde pública. Reiki será uma das terapias beneficiadas com a regulamentação estadual no Ceará. O Estado do Rio de Janeiro já deu um passo a frente nessa regulamentação no SUS mas a Terapia Reiki, que é milenar, foi esquecida pelos legisladores cariocas.
Veja a entrevista na Radio Ajir: http://lapracsce.blogspot.com/2009/06/em-sintonia-com-saude.html
Por: José Joacir dos Santos
O Estado do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial de 16 de junho de 2009 a Lei 5.471/2009, que inclui oficialmente as Terapias Naturais na rede pública de saúde do estado. Entre as terapias agraciadas estão: Massoterapia, Fitoterapia, Terapia Floral, Acupuntura, Hidroterapia, Cromoterapia, Aromaterapia, Oligoterapia, Geoterapia, Quiropraxia, Iridologia, Hipnose, Trofoterapia, Naturologia, Ortomolecular, Ginástica Terapêutica e Terapias da Respiração. Para que o profissional possa atuar na Rede Pública de Saúde, tanto no Rio de Janeiro como nos estados que seguirem essa tendência, precisa se filiar a uma entidade da classe da sua profissão, por exemplo o SATOSP (massagem, acupuntura) e a ASTEFLOR (florais) (www.asteflor.com). Este é um grande passo e os profissionais esperam que os demais estados sigam o exemplo do Rio de Janeiro, tendência que já ocorre em outros países. Veja a integra da Lei no site da ASTEFLOR (www.asteflor.com). Esta é mais uma razão pelo qual o Terapeuta Reiki precisa urgente se filiar a uma entidade da sua própria classe, como a Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki.
Por: José Joacir dos Santos
No século passado, pesquisadores do comportamento humano foram capazes de chegar a definições sobre estados emocionais profundos como a perda ou falta da esperança, a desesperança. A perda ou falta de esperança ocorre quando a pessoa tenta sair de uma situação e não consegue porque as barreiras são grandes e ela se acha incapaz de vencê-las e se acomoda nelas. Exemplos são a pobreza, a miséria, a violência familiar, o medo da prosperidade. A pessoa nasce e cresce na pobreza vendo e ouvindo os adultos dizerem que a vida é daquele jeito, acredita no que ouve e ver e aprende que deve se comportar daquela maneira. Sim, assim como a depressão, a pobreza pode ser herdada geneticamente.
Faz mais de 500 anos que o país se libertou da colônia portuguesa e ainda hoje o comportamento de muitos brasileiros é o de um colonizado sem direito, sem força, sem esperança, pendurado nas sobras do governo, mendigando bem-estar, segurança, saúde e felicidade. Há quem diga que muitas pessoas que recebem bolsa família, gás, saúde e educação trabalham normalmente, têm salários estáveis mas têm a coragem de se inscrever nesses benefícios sociais porque se acham pobres e carentes, isto é, vivem o padrão da auto-inferioridade, da herança emocional genética da pobreza ou se colocaram no padrão da desesperança, da incapacidade de lutar.
O profissional de Reiki que carrega a culpa do mundo ainda precisa se tratar, bem como aquele que vive fora da realidade e não fez as pazes com a prosperidade. É por isso que antes de cuidar dos outros você precisa verificar se já cuidou o suficiente das suas pendências emocionais, mentais e espirituais que todo mundo tem e das desesperanças pendências emocionais herdadas de família ou adquiridas em situações difíceis que não são para sempre como você quer. O caminho é procurar ajuda terapeutica e fazer o dever de casa daquilo que aprendeu até agora e você ignora. José Joacir dos Santos jjoacir@gmail.com
Por: José Joacir dos Santos
Por Lourdes Gray (*)
Por: José Joacir dos Santos
Por José Joacir dos Santos
O objetivo deste artigo é incentivar as pesquisas sobre energia. Veja o texto traduzido do site de Kathleen Ann Milner, que registrou um sistema energético que ela chama de Tera-Mai Seichem O site é: www.kathleenmilner.com/SEICHEM.htm . Kathleen narra no site acima citado (e na tradução abaixo colocamos entre aspas), uma disputa jurídica na justiça dos EUA. Ela diz que foi ela quem canalizou os símbolos da disputa. Ela recebeu indenização e perdeu o direito de usar a palavra Karuna. Kathleen registrou o que ela chama de Tera-Mai Seichem (Teramai Seichim).
Veja que eu coloquei o texto dela entre aspas, exatamente como está no site acima citado. Só copiei os trechos onde ela enfatiza os problemas com Seichim-Teramai e cita também Ama Deus e outros. Se você ler bem em inglês é interessante entrar no site dela e verificar como ela é corajosa em contar as histórias como a que você vai ler nesta tradução. Ela faz fortes revelações, por exemplo, que Ama Deus é uma cópia do Seichim com símbolos invertidos de Usui e diz que pessoas iniciadas, inclusive mestres, morreram depois das iniciações. Ela continua ensinando Tera-Mai Seichem.
Tradução livre: “Anteriormente, fui iniciada em Seichem mas o fogo energético era incrivelmente instável e o Ser Superior me disse para NUNCA usar a longa iniciação de Seichem que eu havia recebido. Uma mulher chamada Phoenix que foi iniciada nessa energia por Patrick Zeigler nos seminarios xamânicos dele inventou a iniciação. Ela pegou os símbolos de Reiki e inverteu a posição de Cho Ku Rei no sentido anti-horário. Phoenix morreu. Não se brinca com fogo em nível algum. “Como Seichem foi desenvolvido? Patrick Zeigler pensava que poderia passar a energia de Seichim nos ciclos de cura (seminários com “iniciações expontâneas” que a autora chama de “cerimônia xamânica”). Uma das alunas de Patrick, que se chamava Phoenix, juntou as “cerimônias expontâneas” do Patrick com as iniciações da Reiki Alliance (espécie de associação fundada depois da morte de Takata, que inventou o preço de 15 mil dólares para as iniciações de mestre). Phoenix mudou as iniciações de Reiki, alterou as linhas verticais de todos os símbolos (de Reiki), substituiu as linhas curvas de Cho Ku Rei por traços menores e anti-horários e chamou isso de Seichem – que consistiria (segundo ela) da energia elemental da Terra vinda do Reiki com a energia do elemento fogo”. “Fui iniciada nesse sistema inventado por Phoenix pelo aluno dela chamado August Starr. Imediatamente, senti minhas mãos latejar e eu sabia que havia sido iniciada na energia do fogo. Entretanto, quando eu vi a energia de Seichem eu sabia que aquilo era instável. Preocupada por ter me metido nisso, logo pensei que jamais passaria essa energia para ninguém. Tudo isso foi confirmado para mim por Buda. Buda também fez em mim uma limpeza e estabilizou o fogo (ela diz no site que recebeu a correção dos símbolos de Tera-Mai Seichim de Sai Baba e depois diz que Buda apareceu para ela dizendo que nao era Sai Baba mas ele, Buda, quem tinha passado os símbolos para ela). Ele (August) também me iniciou em Sophi-El e Anjos de Luz (Angelic Light)”.
(*) O livro “Como fazer iniciações de Seichim” foi retirado das livrarias e a editora não quiz explicar porque não reeditou o manual. A autora fala o tempo todo de Seichim como se fosse Seichim. Isso é muito comum dos EUA. As pessoas mudam uma letra e registram um “produto” como se fosse invenção. Há, nos EUA, vários “mestres” de Seichim, cada um se auto-entitulando de criador do sistema, ou que recebeu de uma “entidade superior”. Segundo o Mestre Maurice Ramsey, há duas linhas: uma diz trabalhar com a luz e a outra diz que trabalha com os “mundos subterrâneos”. Nas minhas pesquisas, houve, no Egito, uma técnica energética que se assemelha a Reiki mas que há duas vertentes: uma trabalha com um lado da luz e a outra com o outro lado da luz. Os documentos sobre essas técnicas estão escritos em paredes de tumbas e templos, mas os manuscritos foram danificados pelo tempo ou por exploradores e há falhas, o que pode levar a interpretações e traduções erradas porque pouca gente domina a leitura das línguas antigas egípcias, cheias de símbolos e duplas interpretações. Especialmente nos EUA, há uma grande necessidade individual de registrar coisas e invenções com a finalidade de ganhar dinheiro, indepentende do resultado delas. O Mestre Ramsey, que é também pastor protestante em Nova York, EUA, diz trabalhar com as duas vertentes de Seichim, uma positiva e outra negativa. Uma das mais antigas mestras brasileiras, que também trabalha com Seichim, confessou que anos atrás várias pessoas que foram iniciadas em Seichim, por um grupo de brasileiros, faleceram… Também há casos de mestres brasileiros que trabalham com essas técnicas e vivem desequilibrados, com dificuldades mentais e de prosperidade. Há vários “sistemas de Reiki” suspeitos, entre eles Ama Deus, Sophi-El e Anjos de Luz (Angelic Light), cujos intentores teriam apenas invertido símbolos e acrescentados outros que não têm valor energético algum.
Uma mestra brasileira também anunciou a invenção de um sistema de Reiki “canalizado” por ela e quando investigamos o único símbolo do sistema dela era falso. Tratava-se de uma marca de uma empresa que trabalha com energia nos EUA. Ela apenas copiou a marca da empresa e passou a vender como se fosse um símbolo que trabalha a “energia do coração”. Assim há muitos outros, é preciso ter muito cuidado. Um grupo de videntes submetido aos simbolos de várias sistemas, inclusive alguns inventados no Brasil, que as pessoas chamam de Reiki, não viram nem sentiram nada. Submetidos aos símbolos do Sistema Reiki Usui Tradicional e Sistema Reiki Usui Tradicional e Tibetano ficaram encantados com o que viram. Se você é vidente, faça um teste.
Sugestão de leitura: “Healing with Seichim/Reiki, de Maurice Ramsey; The Serpent Power, de Sebai Muata Ashby; Sekhem Heka, de Storm Constantine; Arat Sekhem, de Khepera Ankh; Heru, de Ra Un Nefer Amen; Hermeteck, de Storm Constantine; Ancient Egypt - The Light of the World, de Gerald Massey (dois volumes); Sacred Magic of the Ancient Egypt, de Rosemary Clark, dois volumes; Metu Neter, de Anuk Ausar, três volumes; Shamanic Wisdom in the Pyramid Texts, de Jeremy Naydler.
“HOW DID SEICHEM DEVELOP? Patrick Zeigler found that by holding a healing circle (a Shamanic-type ceremony) he was able to pass his experience onto other people. One of Patrick’s students, a woman calling herself
I received
Several years later, I went to
Por: José Joacir dos Santos
A Associação dos Terapeutas Florais (ASTEFLOR) tem novo site oficial e convida você para visitar e se filiar: www.asteflor.com (não tem br).
Por: José Joacir dos Santos
Por José Joacir dos SantosHavia marcado o curso de Reiki com meses de antecedência na cidade que chamo aqui de Ilha. Um dia antes, uma turma se formou na cidade que aqui chamo de Paraiso e eu fui dar o curso, que foi maravilhoso. O curso acabou as 22 horas e eu não tinha outra opção a não ser pegar um ônibus para a Ilha imediatamente para o curso da manhã seguinte. Quando cheguei na rodoviária da cidade para embarcar, não tinha mais ônibus para a Ilha. Parei para pensar no que fazer e um guarda rodoviário, que nunca vi antes, se aproximou e disse: tenho um amigo que tem taxi e é de confiança. Fomos procurar o amigo. Era um rapaz jovem mais, mas tinha aliança de casado na mão. Negociamos o valor e em cinco minutos estávamos a caminho daquela da Ilha. Eram 22:45h.
Assim que entramos na rodovia estadual, forte chuva desabou sobre nós, obrigando o motorista a diminuir a velocidade porque a visibilidade era pouca. Acredito que o motorista decidiu aceitar a viagem mais pelo dinheiro do que pelos riscos. Quando a chuva caiu, ele disse: esta rodovia dá assaltos. Senti que ele estava morrendo de medo e comecei a perguntar sobre família, filhos, a vida de motorista e assim desviar o medo da cabeça dele. Foram três horas de viagem, de terapia e de perigo porque mal dava para ver os carros na direção contrária. Eu pude sentir o surrou correr pelas costas do motorista, mas mantive a minha mente conectada com a proteção divina. O meu assistente dormiu a viagem inteira no banco de trás, como se nada tivesse acontecendo.
Entramos em um cruzamento que separava o destino de várias cidades e não havia indicando qual a direção da Ilha. Vimos três moças em um ponto de ônibus e ele resolveu parar para pedir informação. Eram travestis, um deles tinha um canivete na mão e tentou abrir a porta do meu lado. Gritei com o motorista para ele entender o risco que estávamos expostos até que ele pisou no acelerador e deixamos aquele grupo para trás. Mais na frente vimos um camburão da polícia e aí eu disse: dê sinal pra eles. A polícia parou apontando as armas para nós. Depois das explicações, a polícia resolveu nos deixar nas proximidades do hotel de destino, onde finalmente me livrei da aura de medo daquele motorista.
Dormi poucos horas e acordei tossindo muito. Meu assistente já acordou estressado, mal-humorado, estranho, reclamando disso e daquilo. O hotel cheirava mais a mofo do que a qualquer outra coisa, e era na beira de uma praia famosa. A tosse não me deu trégua mas parou depois que iniciei o curso. Na hora do intervalo do almoço saimos e a tosse voltou. Até o final do curso, encarei a tosse como algo natural, embora ela ficasse mais forte. Comprei tudo que é pastilha e começei a usar, mas a minha voz começou a diminuir e o corpo a dar sinais de desgaste físico. Acabou o curso e pegamos o ônibus para outra cidade, de onde voltaríamos para Brasilia. Na viagem inteira, pouco falei e senti que algo estava estanho demais com aquela tosse e meu complicado assistente em sua primeira viagem.
Ao chegar na outra cidade, o meu assistente resolveu tirar uma foto dele mesmo. Ao verificar a foto tirada, havia cinco pessoas nela, menos ele. Videntes olharam a foto e confirmaram ser um grupo de espíritos escravos. Naquela noite o meu assistente não dormiu um só minuto e o espírito do meu pai tentou expulsá-lo do quarto a noite inteira, enquanto eu dormi sem levantar para nada – dividimos o mesmo quarto. Na verdade o meu pai queria expulsá-lo por causa dos espíritos que estavam grudados nele. O espírito do meu pai biológico é muito atuante e depois que ele faleceu resolveu se juntar a um grupo de protetores que me segue – quando ele era encarnado não acreditava em nada!
Na manhã seguinte, fiz um trabalho para encaminhar aquele grupo de espíritos também responsável pela minha tosse e pelo mal-humor do meu assistente. O objetivo deles era impedir que eu desse o curso e com isso um dos alunos do grupo não seria iniciado – mas foi. Investigamos e foi constatado que aquele aluno fazia parte de um grupo que trabalhava com energias desclassificadas, responsável pelo aprisionamento de espíritos e que não era do interesse deles que o aluno mudasse de rota nem de frequência energética. O grupo não conseguiu me atingir diretamente, apenas provocar a tosse, ao mesmo tempo em que tentou usar o meu assistente e ficou grudado no campo eletromagnético dele. Aquele grupo de espiritos trabalhava para o grupo que o aluno frequenta como se fossem escravos espirituais para efetivar trabalhos feitos, amarrações – compra de carma negativo!
O incidente valeu para mostrar que Reiki não se contamina mas espíritos e outras formas de energia tentam o que podem, do mesmo jeito que fizeram com Jesus até antes do nascimento Dele. Eu estava protegido. Nada me impediu de dar o curso e reencaminhar aquele aluno para outra direção energética, bem como o grupo de escravos espirituais. Dias depois soube que aquele aluno entrou em forte processo de limpeza física, mental, emocional e espiritual – foi quebrada a conexão anterior. O meu assistente teve que se submeter a um trabalho espiritual intenso e a tosse que me atormentava sumiu completamente. Reiki não tem nada a ver com espiritismo, mas nós, humanos, estamos na Terra sob as leis da Terra. Se o mestre não é preparado e não tem consciência das demais realidades que permeiam a Terra, como camadas de uma cebola, e é vitima de uma tentativa de interferência com a acima descrita, a história pode ser diferente tanto para o mestre como para o aluno. Isto é, ninguém está a salvo. É preciso a gente se cuidar muito e manter a mente e o coração puros nos propósitos para poder ser protegidos. A mente contaminada atrai todo tipo de energia e até espíritos escravos da maldade. Tomara que eles tenham sido libertos. O pedido foi encaminhado a quem de direito.
Por: José Joacir dos Santos
A literatura japonesa traz o mais famoso registro sobre o uso do incenso na novela The Tale of Genji, escrita pela Lady Murasaki Shikigu, no século XVII, cujo exemplar se encontra no museu de Tokugawa, Japão. Kiyoko Morita, em seu livro Incense, publicado em 1978, afirma ter encontrado menção ao uso de incenso no primeiro jornal japonês, Nihonshoki (Crônicas do Japão), publicado no ano 595. O texto narra o uso de aroma pelos moradores da ilha Awaji, perto de Kobe, e que seu uso teria sido introduzido no Japão juntamente com o budismo, no século VI, e cita em outros a utilização de sândalo, cravo-da-Índia, canela e cânfora. Na literatura tibetana com certeza há registro que vai a milênios mas enfrenta o grande problema da falta de tradutores para os idiomas ocidentais, especialmente inglês, sem contar com o que foi destruído com a ocupação do país em 1948 e consequentemente o exilo do Dalai Lama na Índia. Seja como for, é importante aqui ressaltar a origem cerimonial do uso do incenso nas culturas orientais e ainda hoje não se acende um incenso sem oferecê-lo a mentores espirituais, ascenstrais, divindades, protetores, anjos e guardiães da família e da casa.
Nas pinturas existentes nos museus japoneses, especialmente datadas dos séculos 17 e 18, fala-se que os personagens, bem vestidos e em posição de cerimônia, estão “ouvindo o incenso”, como se ouve a lareira queimar, a fogueira, como se canta com as velas de aniversário acesas. Essa leveza da cultura oriental se baseia no respeito por tudo que há no universo e no entendimento que somos partes do todo, privilegiando o sentimento positivo pelas coisas simples ligadas à natureza.Aqueles que discriminam o uso de altares e de incenso certamente nunca prestaram bem atenção ao que está escrito em Genesis VIII, 12:21. Esse trecho da Bíblia diz que Noah construiu um altar e acendeu incensos a Deus. Na história do nascimento de Jesus também é narrado que os Reis Magos trouxeram incensos e ofereceram ao recém-nascido. Quando o corpo de Jesus foi dado como morto, diz-se que ele boi banhado com mirra e sândalos, os mais conhecidos ingredientes de incenso na antiguidade, como símbolo de pureza. Buda foi cremado com madeira de sândalo, assim como os ricos indianos ainda o fazem hoje. Foi encontrada mirra em todas as múmias egípcias. O Império Romano importava plantas aromáticas para fabricação de incenso.
Nas histórias populares chinesas, há registro do uso de incenso pelos nobres da corte desde o século 150 antes de Cristo. No Japão, nos livros antigos, como The Pillow Book, escrito pela Lady Shonagon no ano 1002, o incenso estava muito ligado a um luxo das classes favorecidas, porque as ervas e especiarias já eram caras naquela época. Há centenas de anos que o uso do incenso se espalhou pela Ásia inteira e por todas as classes sociais.Um detalhe interessante e cheio de contrastres dentro da sociedade japonesa, ao contrário da chinesa, especialmente no século XVII, é que só homens utilizavam incensos mas os shoguns e os samurais não chegavam nem perto de incensos, poesia e cerimônia do chá. Ao mesmo tempo, as classes menos favorecidas e os comerciantes valorizavam o incenso e por volta do ano 1603 apareceram “escolas” de incenso, que mais tarde se tornariam “fábricas” com a demanda e a adesão da elite militarizada com os shoguns e os samurais até o governo interferir e baixar normas para os incensos, que passaram a ser “fabricados” por duas grandes escolas holísticas, de profundo treinamento espiritualista chamadas Shino Soshin e Sanjonishi Sanetaka. Daí, o povão passou a criar e apareceram os travesseiros com incensos e toda uma gama de produtos direcionados ao uso do incenso, chamado em japonês de Koh-do. Veja que o Japão desenvolveu isso tudo por volta do ano 1603. Nessa mesma época, o budismo tibetano já tinha influenciado, há séculos, o uso do incenso por toda China, Mangólia e região e o Brasil estava no auge da exploração da Floresta Atlântica pelos portugueses e aventureiros do mar.
A grande diferença do incenso fabricado pelos tibetanos, japoneses e parte da China, ainda hoje, é a inexistência de produtos químicos ao contrário da Índia que utiliza química até em roupas. O incenso que chega hoje ao Brasil, vindo da Índia, é impregnado de produtos químicos e em muitos casos provoca irritação e alergias. O incenso puro não causa alergia. Não faz muito tempo a revista Time denunciou a exploração de pessoas pobres pelas fábricas indianas de roupas e mostrou casos de morte por contaminação pelos produtos químicos utilizados nos tecidos. O governo brasileiro atrapalha bastante neste aspecto.
O produto bom, fabricado com plantas orgânicas como é feito há milhares de anos não entra no Brasil porque a alfândega bloqueia, tanto nos aeroportos como nos Correios. Mas pelo Paraguai entra tudo que é porcaria, de procedência sempre duvidosa, e os mesmos órgãos do governo brasileiro fingem que não vê. Nós brasileiros temos a capacidade de importar lixo de várias fontes, só pelo preço, como os produtos paraguaios vindos da China e produzidos lá pelos chamados prisioneiros da consciência, isto é, pessoas presas por serem religiosas, por serem homossexuais, por pensarem diferente, por discordarem do estabelecido como milhares de tibetanos presos e obrigados a fabricar incensos e outras coisas, de graça, para serem vendidos no exterior a preço de banana mas que volta para os cofres chineses como dólares.
Se você visitar os mercados populares de Belém do Pará e de Manaus (não visitei, mas uma amiga fez a pesquisa por mim), você vai perceber o quanto o Brasil desconhece os ricos aromas das ervas cultivadas ou simplesmente catadas na floresta pela população que vive da venda de ervas. Em Brasilia, percorri os shoppings procurando óleo ou essência pura de arruda. Simplesmente não existe. As lojas vendem essências importadas, caras, saturadas e ignoram as brasileiras, ricas em aroma e qualidade. Aqui e ali você acha incensos feitos com ervas nativas brasileiras, mas ainda de má qualidade e são caros. Quando a gente vai chegar lá? Quando nós brasileiros vamos compreender que o país é rico em tudo? E que tudo isso pode virar ouro em pó? É uma questão de educação ou política?Com o tempo, os monges budistas e taoístas desenvolveram a cerimônia do incenso e a rica musicoterapia chinesa antes da revolução comunista também pensou nisso, assim como os tibetanos já fazia até antes do budismo chegar por lá (só existiam xamãs no Tibete). Os japoneses adoram ceminônia e toda a família é envolvida nelas, tendo os mais velhos o privilégio de conduzi-las e de sentar-se nos nos lugares de honra da casa. Nos dias de hoje, todo bom espiritualista tem seu altar em casa, uma tradição nas principais religiões do mundo, e você pode até mandar fazer um lindo móvel só para isso. No incenceiro coloca arroz cru da melhor qualidade para segurar os incensos (não coloca terra).
Lembre que o arroz nasce na lama, atravessa a água e transmuta os nutrientes em caroços deliciosos, hummm. A toalha do altar deve ser de tecido puro, algodão ou seda, em cores vibrantes, ao gosto do dono, especialmente dourado, lilás, azul, rosa. Fotografias dos que já se foram podem ser colocadas no altar quando você rezar para os antepassados. Flores, copo com água pura, cristal, algo de metal e madeira para completar os cinco elementos essenciais. O altar deve ficar, de preferência, virado para o Norte por causa do ímã polar. Em frente ao altar você conversa, reza, pede, conta o que aconteceu, canta, dança, agradece e chama os protetores da família. É o ponto da terapia familiar ou individual. É dito que não há energia negativa que fique na casa onde incenso é queimado no altar, que por si cria um polo de conexão energética positiva para toda a casa. Coloque as imagens que quizer no altar. Quem tiver problema com imagens deve fazer terapia – porque isso faz parte do medo da própria imagem. As crianças devem ser ensinadas a fazer esses rituais logo cedo para aprenderem valores sólidos, positivos, e se tornarem imunes ao mundo agressivo e contaminado fora de casa. Em algumas casas, as flores do altar mucham rapidamente. Você substitui até que as flores não muchem facilmente – e assim a casa estará limpa. Com o tempo a casa passa a cheirar e as pessoas a se sentirem felizes em casa. É preciso adquirir incensos de qualidade.
Por enquanto, já que o incenso tibetano é barrado pelo governo, embora muitas autoridades alfadengárias nem saibam muito o que é incenso, os incensos japoneses são os mais seguros e as são encontrados no mercado. Uma dica: aqueles incensos que acabam logo devem ser deixados no lugar onde são vendidos. Aqueles com mais de uma planta ou essência, também. Leiam sempre os rótulos e a procedência. Essa história de que incenso provoca câncer é mais uma daquelas produzidas pelo outro lado da luz, que odeia incenso, e o trabalho dessa gente é confundir o público. Até algumas revistas mascaradas de “saúde” fazem isso. Morei muitos anos no Oriente e visitei inúmeros lugares que usam diariamente incenso, há séculos, e nunca vi ou ouvi dizer de alguém que tenha morrido com câncer por causa de incenso. Por que será que só vemos monges sadios? E eles lidam com incenso diariamente.
Por: José Joacir dos Santos
Em entrevista concedida ao Mestre John Gray, em setembro de 2008, a Mestra Phyllis Furumoto, neta de Takata, fala abertamente do seu temperamento difícil na juventude, de não ter gostado muito de ter sido escolhida como a neta que continuaria o trabalho da avó famosa, da luta interna que travava para aceitar Reiki, e que tinha de obedecer à família porque essa é a tradição dos descendentes de japoneses. Conta que era impaciente e que se irritava quando fazia perguntas e a avó Takata respondia: “deixe o Reiki lhe ensinar”. Por ser jovem quando a avó faleceu, Phyllis se arrepende de não ter passado mais tempo com ela e ouvido tudo o que a avó tinha para ensinar e dizer. A mãe de Phyllis tinha cerca de 12 anos de idade quando foi iniciada, também, por Hayashi, no mesmo período em que Takata estava sendo treinada por Hayashi, mas quando Phyllis nasceu Hayashi já havia falecido. Por isso ela foi iniciada pela avó Takata.
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