Por: José Joacir dos Santos
Foi de muita utilidade o uso do aurímetro nos últimos cursos de Reiki, tanto antes e depois das iniciações quanto antes e depois das aplicações. Esse pequeno aparelho, mais conhecido por aqueles que trabalham com radiestesia, prova, cientificamente, a expansão do campo eletromagnético de quem é submetido à energia universal da Terapia Reiki. A expansão individual da aura ocorre e o tamanho dela está diretamente relacionado com a história individual de contato e conexão com a luz divina. Pessoas doentes tem a aura reduzida. Se o doente perdeu a fé, a aura pode ser rompida e utilizada pelo lado sem luz. Para exemplificar, utilizamos o aurímetro em pessoas que tinham um campo energético de apenas um metro. Depois da iniciação em Reiki, a pessoa passou a ter quase quatro metros quadrados e raio luminoso, apontado por um simples aurímetro sem possibilidade de fraude porque essa medição foi feita na presença de quinze pessoas. Assim como a energia universal vital da Terapia Reiki, o aurímetro não necessita de parcela alguma de fé. É pura física!Para aqueles que conhecem as orientações do Archanjo Miguel, cuja missão principal é despertar e fortalecer a fé, cabe aqui lembrar a necessidade constante que todo ser humano tem de se vestir da proteção divina, cuja vestimenta principal é a fé. A fé estabelece uma camada de proteção de luz (aura) ao nosso redor, a qual também é recarregada pela prática de terapias energéticas como Reiki, Chama Violeta, entre outras, cuja bateria física é o pensamento positivo. Houve um tempo que se tomava banho aos domingos para ir a missa, mas na era em que vivemos essa necessidade tem a velocidade da internete. Não dá mais para esperar pelos domingos. A realimentação energética tornou-se uma necessidade vinte e quatro horas e as terapias energéticas se enquadram muito bem nessa urgência, porque o iniciado já traz consigo as ferramentas que precisa: as mãos e os códigos sagrados. Houve também um tempo em que a imposição de mãos, com a finalidade de transmissão da energia vital, era coisa de “bruxaria”. Quem não lembra que Chico Xavier foi preso? Hoje ninguém consegue mais esconder os registros sobre a imposição das mãos contidos na Bíblia, publicada na internete. Em um dos livros ditados pelo Arcanjo Miguel para os trabalhadores da Ponte para a Liberdade, ele diz: “A fé deve ser adquirida por vós mesmos, através de um trabalho árduo, consciente e persistente”. Ele acrescenta que é a gente mesmo quem busca e se alimenta de fé, isto é, é um processo individual porque é uma opção: a fé eleva o campo eletromagnético do ser humano, trazendo a saúde. A falta de fé conecta o ser humano ao medo e o medo é a expressão da força do outro lado sem luz, doente. “A luz da fé, da proteção e do poder (divino) é vitoriosa”. Que tem fé não tem dúvida, não tem medo e tem o campo eletromagnético protegido contra as sensações negativas do Eu Inferior e seus soldados tão ativos no mundo atual – obsessores, vampiros, trabalhadores da escuridão da noite, traficantes. O Arcanjo Miguel fala que devemos nos vestir, sempre, com o que ele chama de “armadura de luz”. Isso nada mais é do que um campo eletromagnético criado pela mente, fortalecido pela fé e pelo pensamento positivo, que se manifesta em forma de aura, a qual é medida por um aurímetro. Este aparelho pode ser utilizado por qualquer pessoa porque ele só exige que a pessoa o segure firmemente partindo de um ponto onde deseja medir a energia existente. É utilizado também para localizar água no subsolo, achar minas, etc. A energia universal e vital da Terapia Reiki realimenta esse campo eletromagnético de pessoas, plantas, animais, objetos, lugares e tudo o que for canalizado com ela, ampliando, criando limites físicos e até tornando a energia mais densa como a que segura a gema de um ovo. Na medida que o tempo avança, todo ser humano precisa estar amparado na luz, da qual algumas religiões e seitas já se distanciaram há tempos. As pessoas mais sensíveis podem detectar quando igrejas estão sem a energia divina. Os lugares divinos têm brilho, aroma natural, vigor e provocam um bem-estar incalculável e silencioso.
Por: José Joacir dos Santos
A Associação está catalogando histórias de tratamentos com Reiki. Publicaremos alterando o nome da pessoa e o lugar onde mora. Mande a sua história. Conte casos concretos de seus clientes.
Por: José Joacir dos Santos
Quando o aluno de Reiki chega ao nível II fica surpreso com a possibilidade de enviar Reiki à distância, tanto para os antepassados como para qualquer pessoa que já atravessou a linha da vida para o outro lado, assim como para si mesmo em outras vidas. Pessoas pouco instruídas e que não sabem o que é Reiki, confundem o envio de Reiki à distância, que é possível e faz parte do Nível II da Terapia Reiki, com iniciação de Reiki à distância que é impossível e não existe na Terapia Reiki. Devido a minha formação Kardista-Xamânica-Budista, eu jamais tive dúvida alguma a respeito da continuação da vida do outro lado da linha, mesmo porque o contato com o outro lado nunca foi cortado comigo, desde a infância. Ao ver pessoas ainda incrédulas e duvidosas com relação ao mundo espiritual eu apenas tenho compaixão e sei que elas estão perdendo o precioso tempo. O culto aos antepassados é praticado em várias regiões da Ásia, e por várias seitas e religiões, porque há a certeza de que a prosperidade nesta vida depende do bem-estar espititual de quem já se foi. O dia de finados, celebrado por todas as religiões, é uma forma de culto aos antepassados. Ninguém corta os laços familiares apenas saindo de casa, muito menos com quem estiver do outro lado da vida – amigos e inimigos. A morte não é o fim. Muito pelo contrário, é o começo da vida real e a finalidade do ciclo de reincarnação que não tem a ver com religião. O ciclo cármico continua, independente da nossa vontade e da religião que se pratica. Se as pessoas meditassem sobre este assunto não haveria sofrimento nem causariam sofrimento a outras pessoas porque nem tirando a vida de uma pessoa o sofrimento acaba. Muito pelo contrário, quem tira a vida ou inferniza a vida de pessoas que se vão está antecipando o sofrimento que vai enfrentar quando chegar a vez de partir, porque todo mundo morre algum dia e do outro lado não tem religião. A gente pode tentar ignorar isso como se tenta ignorar que a vida requer constantemente a mudança de pensamentos, hábitos, ações, de conceitos e preconceitos com relação a absolutamente tudo. Preconceito é ignorância.
O medo da morte precisa ser tratado, com a mesma importância do medo de casar, de ser feliz, de cair da escada, etc. Qualquer tipo de medo só tem o tamanho criado por quem o segura porque tudo é mental. Já recebi inúmeros depoimentos de pessoas que obtiveram mudanças em suas vidas, até na saúde física, simplesmente por enviar Reiki aos antepassados, amigos, inimigos e obsessores. Apesar de rezar ou orar ter o poder de transformar, Reiki é mais profundo ainda. A obsessão tem inúmeras facetas e uma delas é a capacidade de quem obsedia de não aparecer, não demonstrar, de se aproveitar da ignorância e da icredibilidade de quem obsedia. Quem morre e deixa ganchos para resolver fica preso a eles e muitas vezes isso se vira obssessão porque da outra ponta da linha tem a pessoa com a qual quem foi deixou uma pendência. Isso gera doenças, geralmente aquelas que a medicina não consegue detectar ou manda pessoas obsediadas para os manicômios, onde serão medicadas sem a menor necessidade, até adoecerem de verdade. Muitos pacientes em hospitais para loucos são apenas pessoas obsedadas. E muitas vezes a família é culpada por isso por deixar a religião cegar os olhos. Por isso que os remédios nem a terapia funcionam. A cegueira é muito forte.
Nem sempre quem obsedia o faz por maldade. A lei da causa e efeito não é negociável. Ao partir para o outro lado, cada um de nós ficará dentro dos limites das próprias imagens mentais, isto é, de tudo que acredita ou não acredita. É como dormir e sonhar. A gente acorda achando que está vivendo no tempo sonhado. O problema é que quando a gente morre não tem com “acordar” e isso pode durar uma eternidade. A gente fica no mundo criado e ou vivenciado por nós mesmos, os nossos pensamentos e crenças, preso esse ninho por uma eternidade até receber a compaixão de uma oração ou de Reiki, não importa de quem. E isso pode não acontecer.
A grande diferença entre o tempo de recebimento entre quem está do lado de cá e quem está do lado de lá é que quem está do lado de cá tem a mente, as crenças e a racionalidade para atrapalhar o recebimento de uma oração ou de Reiki. Acrescente aí os demais fatores mentais e a interferência de obsessores encarnados e desencarnados. Mas quem está do outro lado, isto é, em espírito, recebe imediatamente, assim como recebe as besteiras que você diz e pensa. Lembre-se que Reiki não tem nada a ver com religião assim como espírito também não tem. Na maioria dos casos é como alguém está morrendo de sede e alguém chegar com um copo de água pura. A água desce revitalizando todo o organismo e uma nova esperança de vida ocorre. Do mesmo jeito é com o recebimento de Reiki por antepassados e por quem estiver do outro lado, inclusive obsessores.
Então, quem tiver o nível II de Reiki, mãos ã obra. A sequência é a mesma: 1,3,2,1. Ajude a quem está esperando pela sua boa-vontade e contribua para um mundo melhor, com menos laços cármicos negativos. Amanhã, você pode estar do outro lado com a mesma necessidade. Hoje em dia, Reiki é praticado por todas as grandes religiões, inclusive por pastores evangélicos, padres católicos, judeus, espíritas porque se trata de uma terapia holística, natural, independente de religião. É um remédio sem contra-indicação e livre de preconceitos. Se o líder espiritual da sua comunidade fala mal de Reiki é porque ele ou ela tem medo de perder o emprego, tem medo de perder a renda fácil que você proporciona e tem medo de você perder os medos que ele ou ela colocam na sua cabeça a cada vez que você vai ao templo.
Por: José Joacir dos Santos
MEDICINA ORIENTAL - A saúde depende da respiração
Faz menos de um século que a grande maioria dos chineses veio a conhecer energia elétrica. Eles não tinham muito conhecimento nessa área mas há mais de três mil anos sabiam dos benefícios da respiração correta e da definição da energia universal: Qi, Chi, Ki or prana. Imagine os tibetanos, que desde 1948 estão sob ocupação e ainda vivem com lamparinas à base de óleo animal e vegeral, mas já tinham tratados de medicina, de fitoterapia e de psicologia. Essa informação serve para valorizar ainda mais todo o conhecimento sobre medicina em geral, vindo dessas civilizações antigas, repassado pelos xamãs, monges, monges-médicos, diretamente conectados com a espiritualidade porque não havia ciência do jeito que ela se define hoje no Ocidente. Isso é difícil de ser entendido por algumas camadas da sociedade brasileira, especialmente as elites da medicina oficial por causa de uma falha na nossa cultura, por causa da nossa idade: Temos cerca de 500 anos e não herdamos um conhecimento mais profundo dos nossos antepassados indígenas, que não conheciam a escrita, e já avançamos muito no conhecimento da energia como um todo, até nuclear, sempre importado, e ainda falta muito.
Eles sabiam o que era energia universal e a ela deram o nome de Chi ou Qi em chinês, ki em japonês e prana nas línguas indianas. O estudo do Qi é parte essencial da medicina oriental e de todas as terapias vindas do Oriente como acupuntura, Chi Kung (QiQong), Reiki, massagem medicinal, fitoterapia. Qi é a energia que vem do ar e alimenta a todos os seres vivos, inclusive plantas, minerais, animais. No ser humano, além do Qi que vem do ar e respiramos, existe o Qi herdado dos nossos pais, e o Qi de tudo que comemos ou bebemos – coisas fritas e supercozidas perdem o Qi. Cada órgão humano tem um Qi diferente, que interage com os demais. O Qi do ar e o Qi dos alimentos se misturam e então é chamado de Qi do Fogo (ou Fogo do Qi, o elemento Fogo). É o Qi do Fogo que nos faz viver e esse Qi precisa ter qualidade, tanto do ar que respiramos quando dos alimentos que ingerimos (e a relação com os cinco elementos). Pessoas que respiram mal ou não sabem respirar e ou comem mal produzem baixa qualidade de energia (Qi do Fogo) e assim se candidatam ao enfraquecimento e às doenças. Aqui os praticantes de Reiki logo compreendem porque a terapia precisa de uma iniciação: porque o KI do Rei-Ki é outra corrente eletromagnética de Qi, que só é repassada através da iniciação, feita por um mestre credenciado. Uma pessoa não-iniciada pode transmitir apenas o Qi do ar e dos alimentos, mas não o Qi eletromagnético da cura. Esse eletromagnetismo vem pelo ar e se transforma na mente. É é sutil, isto é, não é material, é transmissível e está relacionado ao espírito (Shen, em chinês). O praticante de Chi Kung, ou uma pessoa não iniciada em Reiki, pode transmitir energia para outra pessoa com a finalidade de equilibrar um órgão físico e essa energia é a que ele treinou através dos exercícios de Chi Kung, isto é, a energia Qi dele mesmo – do ar e dos alimentos. A agulha de acupuntura ativa a energia Qi física.
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Por: José Joacir dos Santos
A fotografia ao lado é de um pé de laranjeira que era raquítico e produzia poucos e pequenos frutos. A Mestra Ivone Duarte, de Brasilia, passou a enviar Reiki para ela à distância. A árvore floriu, passou a produzir laranjas em grande quantidade e cada fruto tem um tamanho maior que o comum. Nesta plantação não há agrotóxicos nem adubos. A mesma coisa aconteceu com outros pés de frutas no sítio da Mestra. Faça você também esse teste com suas fruteiras e mande as fotos para cá. Eu conheci os pés de laranjeira dela antes da Mestra começar o tratamento com Reiki. Não digo que fiquei surpreso quando vi as fotos, mas dá o que pensar sobre essa maravilhosa técnica. Amplie a foto e verifique o brilho das laranjas. Se você tem um história de cura com Reiki, mande para nós!
Por: José Joacir dos Santos
Karuna Reiki - É um método que foi registrado pelo Mestre Reiki William Lee Rand, fundador da “The International Center for Reiki Training” situado em Michigan, EUA, após disputas legais na justiça com a também mestre e antiga colaboradora Kathleen Ann Milner, a qual depois registrou sua técnica chamada Teramai Seichem (o site dela é: www.kathleenmilner.com/SEICHEM.htm ). William foi iniciado pela terceira geração de alunos-mestres iniciados por Takata no Sistema Tradicional Usui de Reiki. Não se sabe com clareza a linhagem de Kathleen. Consulte a Associação sobre os sistemas Teramai Seichem e Ama Deus. Takata jamais pensou em registrar o Reiki Usui porque o pensamento dela era ligado às práticas orientais sagradas, isto é, não se pensa no lado comercial das técnicas nem ela tinha idéia de que as coisas nos Estados Unidos tomassem um rumo puramente comercial. No Brasil, o representante do sistema Karuna é o Mestre Jorge Vital, cujo site é: http://www.reikimawashi.com.br, telefone 21-3579-8699, email: contato@reikimawashi.com, para quem devem ser dirigidas as perguntas sobre o sistema.
A Associação recomenda que o aluno se torne primeiro Mestre Usui para depois se tornar Mestre Karuna. A Associação reconhece o Sistema Karuna e até divulga os cursos dos associados que trabalham com esse sistema energético. O nosso ponto aqui é que você ensine com clareza, veja com clareza e saiba com que tipo de energia deseja trabalhar, sem dúvidas, sem confusão, sabendo o que está fazendo.
O que é Kahuna Massagem?
Kahuna é um sistema de massagem holística com origem nas ilhas do Havaí (Hawaii), o qual combina massagem com esoterismo, crenças, princípios antigos. Na Austrália virou profissão e tem até faculdade, veja: http://www.kahunasciences.edu.au/
Por: José Joacir dos Santos
O mestre associado é obrigado a fornecer ao aluno, durante os cursos, apostila no nível do curso e certificado. Tanto o mestre como o terapeuta credenciados recebem um certificado da Associação, com número de registro profissional. Esse certificado tem data de validade, número de registro, selo dourado da Associação e o carimbo do presidente em japonês. Se o associado, mestre ou terapeuta possui um certificado fora da validade significa que ele não está em dia com suas obrigações para com a Associação — quem trabalha com energia tem que ser correto nas ações e obrigações! Como em muitas profissões no Brasil, o número de registro só tem validade enquanto o profissional está em dia com suas obrigações com a instituição de classe filiado — no caso a Associação. A Associação precisa do dinheiro da sua filiação para sobreviver e o valor é menor que a inscrição de um aluno no nível UM. Quem tem coragem de atrasar o pagamento? Cheque a data do seu certificado de filiação, agora!
Por: José Joacir dos Santos
Nos cinco livros que li da Lama Alexandra David-Neel, a única mulher ocidental a se tornar Lama no Tibete, antes da invasão chinesa de 1948, ela narra as dificuldades de acesso a informações sobre os procedimentos, cerimônias, iniciações e treinamentos especiais dos monges budistas das mais diferentes linhagens. Essa dificuldade não se prendia unicamente ao fato dela ser mulher e francesa. Era o cuidado que os monges tinham em não divulgar as coisas relativas ao sagrado a pessoas despreparadas, ignorantes, desconhecidas e possivelmente cheias de outras intenções, como aconteceu com a civilização egípcia, com Atlanta, os Maias e os Incas. Várias vezes ela foi colocada à prova sobre suas verdadeiras intenções em perguntar para aprender as práticas milenares passadas de mão em mão, de mestre para aluno, desde o começo dos tempos. Estamos falando aqui de uma mulher que andou pelos quatro cantos do Tibete, que é um país localizado no topo do Himalaia, as montanhas mais altas, difíceis e perigosas do mundo, onde não havia estradas e o inverno é, ainda hoje, um dos mais rigorosos do planeta. Tudo era feito a pé com a ajuda de cavalos e dedicados monges.
Alexandra narra uma técnica energética aprendida para suportar o frio, semelhante ao Reiki, vindo da mesma origem e repassada sempre pela iniciação presencial, pelo toque do mestre no campo áureo do aluno. São várias as técnicas energéticas vindas da mesma origem mas são poucas as que chegaram intactas ao Ocidente. Quando o mestre toca o aluno com a intenção de iniciá-lo, abre imediatamente a conexão que ele recebeu do mestre anterior e assim sucessivamente até o começo dos tempos. Um mestre despreparado, desatencioso e negligente pode fazer todo o ritual da iniciação e não passar os códigos sagrados ao aluno. É como tentar acessar um site sem ter a senha. Sem o ritual da iniciação é como acessar um site e não ter a senha para acessar as páginas exclusivas para assinantes. Assim era nas artes marciais e em todas as técnicas de cura que sobreviveram ao tempo, e algumas delas estão em prática no Ocidente. Os samurais japoneses também praticavam essa técnica entre as muitas outras ainda hoje cultivadas no Japão nos rituais de lutas “sumo”, onde o lutador faz uso do sagrado para fechar as feridas, desinflamar e desinchar musculatura. O mestre Mikao Usui vem de um longa linhagem de samurais e por isso poude se preparar para receber a iluminação e canalizar o Reiki. Não há “jeitinho” no Japão, as pessoas sabem, como sempre souberam, que as coisas sagradas devem ser preservadas.
No Brasil de hoje, não só as artes marciais perderam o contato com o sagrado mas muitas academias sequer sabem fazer outra coisa a não ser ensinar alunos a brigar. O comércio tomou conta e a violência urbana ganhou adeptos treinados para agredir e até matar. A milenar arte do Reiki, vinda do Japão, de uma linhagem de samurais e militares leais ao Imperador, é hoje, tanto no Brasil como em outros países, objeto do mal-uso e da ignorância mesclada com o interesse financeiro descontrolado, sem a noção do sagrado caminho da prosperidade. Cada vez mais aparece os vendedores de diplomas e certificados de Reiki na internete, em jornais e até em revistas especializadas e as pessoas não se tocam que estão vilipendiando, manipulando, falsificando o ensino do sagrado com falsas afirmações, na ilusão de que o universo não está atento a cada milésimo de segundo de suas ações e reações. Alguns sindicatos e associações, sem esse conhecimento, filiam e credenciam “mestres” que jamais tiveram os fios do seu corpo magnético alterado com iniciações. O universo só lê cada linha escrita por nós mesmos nesta vida. Com todos os meios de comunicações disponíveis, não há como você alegar que não sabe o que está fazendo com as coisas sagradas. Por exemplo, apesar de não concordar com o conteúdo filosófico do Papa Bento, respeito muito a sua linhagem e louvo a coragem de lembrar aos traficantes que eles terão de “prestar contas a Deus” porque tudo no universo é assim. Deus não castiga ninguém. Cada um de nós é quem escreve a própria sentença, em harmonia ou em desarmonia com o universo.
Não se pode confundir Reiki com magia, mesmo porque são esferas diferentes de energia. A magia pode ser transmitida à distância e os “magos negros” transmitem seus poderes à distância para aqueles que se colocam receptíveis a isso porque não há escrúpulo algum em se fazer isso e nem há compromisso com os designios do universo ao Sol Central. Já as iniciações e os símbolos sagrados só funcionam quando há o toque fisíco do mestre nos fios que compõem o corpo espiritual do aluno. Se você aceitou comprar certificados com o nome Reiki escritos neles, e alguém assinando como “mestre”, pode estar certo de que comprou gato por lebre e ainda está contribuindo com aqueles que querem quebrar os códigos sagrados e suas práticas de cura, prejudicando pessoas que não conhecem o sagrado – fique certo de que ninguém conseque quebrar os códigos de Reiki, só quebra quem vende ou compra certificados e supostas iniciações à distância. É só observar o que acontece na sua vida depois desses atos. Tratamentos com Reiki podem ser feitos à distância porque não implicam na alteração da disposição dos fios energéticos que compõem o corpo espiritual da pessoa que recebe. Esses tratamentos fortalecem a camada de fios e reforça a memória celular no compromisso com a saúde e a prosperidade física, mental, emocional e espiritual. São um chamado à origem. Já a magia negra funciona à distância porque ataca os fios fragilizados dos corpos energéticos, blindando-os com a força do outro lado da luz, resultando na doença e na queda da balança da prosperidade.
Não há iniciações à distância, há aprisionamentos e a pessoa que recebeu a carga, pensando estar iniciada, passa a ser uma marionete no campo de força de quem enviou, isto é, uma conexão aberta a toda a egrégora daquele ou daquela que tenta violar o sagrado em nome de iniciações à distância. Isso chama-se, também, compra de carma negativo. Muitos mestres norte-americanos, que iniciaram pessoas no Brasil, cometeram o engano de dizer que existe iniciação à distância e isso fica por conta do pouco conhecimento das práticas orientais ou do conhecimento apenas literário sem jamais ter pisado em solo asiático nem passado por treinamentos sérios de linhagens orientais e também porque havia pouca pesquisa sobre Reiki na época.
Foram muitos os enganos, ao ponto de incluírem na biografia do mestre Mikao Usui o título de padre católico sem que haja a possibilidade de isso ter acontecido no tempo e no lugar onde trabalhou e viveu o canalizador do sitema Reiki de energização, como afirmam os pesquisadores Walter Lubeck, Frank Arjana Petter e William Lee Rand no livro “O Espírito do Reiki”. A Lama Alexandra David-Neel no livro “Iniciações e Iniciados no Tibete”, é muito clara sobre o processo de iniciação. Há que se ter cuidado com os aproveitadores que se dizem “mestres” da mesma forma de que devemos ter dos falsos jornalistas, falsos médicos, falsos bilhetes de loteria, falsos documentos de identidade, etc. É muito oportuno que você veja o filme “Apocalypto”, de Mel Gibson, para ver o que aconteceu com a civilização Inca/Maia/Asteca e seus excessos, mal-uso e equívocos dos seus sacerdotes ao manipular o sagrado. (*) José Joacir dos Santos é mestre Reiki, Xamã Oriental e viveu em vários países da Ásia, onde foi iniciado em várias técnicas e rituais budistas e taoístas jjoacir@yahoo.com
Por: José Joacir dos Santos
Por José Joacir dos Santos (*)
Com o objetivo de descançar o corpo para reativar as energias no dia seguinte, o ser humano dorme, assim como grande parte dos animais e plantas. O espírito aproveita o mergulho na escuridão do corpo para viajar para outras dimensões, internas e externas. As dimensões internas, captadas pelos sonhos, são atreladas à memória celular física, genética ou gravadas pelos sentidos na grande fita magnética que identifica cada ser humano através da audição, fala, respiração, visão e tato. Algumas pessoas dizem não se recordar dos sonhos, mas isso pode ser um comando oculto dado por elas mesmas para não acessar o banco de dados do passado ou não reassumir o compromisso eterno com a luz do futuro. Aqueles mais sensitivos são capazes de abrir a porta dos sete corpos, sair em viagem astral e trazer para o corpo físico a memória de experiências muitas vezes não compreendidas a nível consciente, mas que faz parte da dimensão espiritual eterna da própria pessoa. De uma forma ou de outra, a energia é o elemento de ligação e a luz é a forma de expressão. Enquanto o olho físico descansa, o espírito é capaz de “ver” cores jamais imaginadas e materializadas pela indústria das tintas e com isso acessar informações preciosas e distintas.
Ao acordar, o olho abre-se para a luz do dia e em milésimos de segundo é capaz de trazer a memória das imagens gravadas pela pessoa como uma preciosa bússula, proporcionando ao usuário a sensação de tempo e espaço, como se a vida recomeçasse a cada vez que isso acontece. Observamos que todos os seres, de plantas a animais, passam pelo mesmo processo como se a luz solar fosse a chave que abre o centro da memória e as cores a linguagem dela. Quem pode controlar a alegria dos pássaros nos primeiros raios de Sol? E as plantas que abrem suas flores quando a luz percebida não é ainda reconhecida pelo olho humano? Os monges budistas tibetanos iniciam suas práticas antes do nascer do sol para aproveitar a linguagem invisível dos primeiros raios solares do dia. Até os astronautas são incapazes de descrever as coisas que veem com aparelhos no espaço sideral, embora a ciência já tenha convencionado e possa medir os seguintes rais de luz contindos na luz solar, na ordem hierárquica de cores, visíveis (violeta, indigo, azul, verde, amarela, laranja e vermelha) e invisíveis (raios-cósmicos, raios-gama, raios-x, ondas curtas de infravermelho, infravermelho, ondas de rádio e ondas elétricas.
A luz é necessária para que os órgãos internos do corpo trabalhem propriamente assim como toda a vida no planeta Terra depende completamente do Sol para viver. Na medida em que o Sol nasce e evolui sobre a face da terra, há um festival de cores efetuando um trabalho silencioso de restauração e construção, o qual ativa o código secreto implantado em todo ser, do nascer passando pelo morrer até o renascer. Sem luz o corpo físico enfraque e morre porque perde o brilho das cores de todas as células, o qual só é renovado com a luz do curador universal: o Sol. Somos capazes de manipular a eletricidade, colocá-la em tubos e fios e materializar a luz. Embora a fonte dessa luz seja a mesma que dá a vida à Terra, a luz artificial é prejudicial à saúde porque não conserva o espírito do Sol. Como filhos do Sol, somos capazes de transmitir energia sem perder a essência do código divino da saúde.
O uso terapeutico da luz é reconhecido por todas as culturas humanos, até as mais fechadas. O médico alemão Christoph Wilhelm Hufeland (1762?1836), autor do livro Macrobiotics, escrito em 1796, diz: “até o ser humano torna-se pálido, fraco e apático se privado da luz do sol” e chega a perder a energia vital como prisioneiros e pessoas sequestradas por longo período. No final dos anos 70, Martinek e Berezin chegaram à conclusão de que as cores do Sol ativam em até 500% as ensimas do corpo humano. Em 1991, o médico norte-americano Jacob Liberman lançou o livro “Luz, a Medicina do Futuro”, e foi completamente ignorado até por seus colegas de profissão. Nesse livro ele fala de um assunto que era tido, como todas as terapias holíticas na época,como não-científico e que hoje faz parte do dia-a-dia de hospitais de várias partes do mundo: iridologia. A glândula pineal, que é diretamente relacionada aos estímulos da visão, era vista como sendo o centro da loucura humana, embora René Descartes (1596-1650) tenha descrito essa glândula como sendo “o trono da alma”. Como todo físico, Descartes enveredou na pesquisa sobre o espírito e em 1628 compôs as Regulae ad directionem ingenii (“Regras para a Direção do Espírito”). Segundo texto publicado na Wikipédia, a “Enciclopédia Livre”, Descartes pagou caro por desafiar a poderosa Igreja Protestante da sua época e “como um católico num país protestante, ele foi enterrado, em 1650, num cemitério de crianças não-batizadas” porque a igreja não reconhecia, como ainda hoje titubeia para reconhecer, que é o espírito que conduz a luz da vida.
Em janeiro de 2007, o Brasil dá um passo na frente de muitos países até do chamado primeiro mundo e reconhece a terapia Reiki como profissão, trazendo à superfície legal milhares de brasileiros que trabalham com a transmissão da energia para fins terapeuticos. Em outubro de 2007, a Associação Norte-Americana do Câncer de Tireóide realizará um seminário nacional na cidade de Redwood, EUA, onde a terapia Reiki será apresentada como auxiliar na prevenção e no combate ao câncer da tireóide e o autor deste texto é convidado para o evento. Simultaneamente, o estado norte-americano da California investe massiçamente na energia solar para todos os fins porque os cientistas californianos já sabem que é essa a única fonte de energia capaz de permanecer disponível diante de qualquer tipo de catástrofe que possa acontecer nos anos que vão vir, sejam ou não verdadeiras as professias espiritualistas sobre as transformações terrestres do terceiro milênio.
Não era à-toa que faraós e deuses indígenas latino-americanos se chamavam filhos do Sol – eles sabiam que a luz e a energia transmitida pelo ser humano é preventiva contra doenças, de Reiki ao Passe Magnético, sempre com a imposição das mãos e a intenção da saúde. Apesar da demonstração de ignorância das sociedades de todas as épocas, esse conhecimento sempre esteve guardado em nossas células e o universo de vez enquando nos faz lembrar de onde vinhemos e para onde vamos através das sete cores do arco-iris pintadas geometricamente no horizonte. Quem pratica Reiki sabe como flui essas cores pelos nossos centros de força, como se os arcanjos jogassem os seus raios lá do infinito do céu sobre nossas cabeças, assim como o Sol é pintado desde o começo dos tempos ao redor da cabeça de Jesus. Qualquer praticante de Reiki sabe como a luz flui pelo corpo, reconhece imediatamente os pontos fracos do nosso organismo e passa a lançar rajadas de luz restabelecedora da memória da vida, independente do tempo e do lugar em que é praticado. O mais interessante é que as terapias energéticas não precisam provar nada: quem tem dúvidas é só subir na maca! Independentemente das correntes de força contrárias, esse é o nosso destino: saudáveis filhos do Sol! (*) José Joacir dos Santos é jornalista e doutor em psicologia oriental jjoacir@yahoo.com