Por: José Joacir dos Santos

Havia marcado o curso de Reiki com meses de antecedência na cidade que chamo aqui de Ilha. Um dia antes, uma turma se formou na cidade que aqui chamo de Paraiso e eu fui dar o curso, que foi maravilhoso. O curso acabou as 22 horas e eu não tinha outra opção a não ser pegar um ônibus para a Ilha imediatamente para o curso da manhã seguinte. Quando cheguei na rodoviária da cidade para embarcar, não tinha mais ônibus para a Ilha. Parei para pensar no que fazer e um guarda rodoviário, que nunca vi antes, se aproximou e disse: tenho um amigo que tem taxi e é de confiança. Fomos procurar o amigo. Era um rapaz jovem mais, mas tinha aliança de casado na mão. Negociamos o valor e em cinco minutos estávamos a caminho daquela da Ilha. Eram 22:45h.
Assim que entramos na rodovia estadual, forte chuva desabou sobre nós, obrigando o motorista a diminuir a velocidade porque a visibilidade era pouca. Acredito que o motorista decidiu aceitar a viagem mais pelo dinheiro do que pelos riscos. Quando a chuva caiu, ele disse: esta rodovia dá assaltos. Senti que ele estava morrendo de medo e comecei a perguntar sobre família, filhos, a vida de motorista e assim desviar o medo da cabeça dele. Foram três horas de viagem, de terapia e de perigo porque mal dava para ver os carros na direção contrária. Eu pude sentir o surrou correr pelas costas do motorista, mas mantive a minha mente conectada com a proteção divina. O meu assistente dormiu a viagem inteira no banco de trás, como se nada tivesse acontecendo.
Entramos em um cruzamento que separava o destino de várias cidades e não havia indicando qual a direção da Ilha. Vimos três moças em um ponto de ônibus e ele resolveu parar para pedir informação. Eram travestis, um deles tinha um canivete na mão e tentou abrir a porta do meu lado. Gritei com o motorista para ele entender o risco que estávamos expostos até que ele pisou no acelerador e deixamos aquele grupo para trás. Mais na frente vimos um camburão da polícia e aí eu disse: dê sinal pra eles. A polícia parou apontando as armas para nós. Depois das explicações, a polícia resolveu nos deixar nas proximidades do hotel de destino, onde finalmente me livrei da aura de medo daquele motorista.
Dormi poucos horas e acordei tossindo muito. Meu assistente já acordou estressado, mal-humorado, estranho, reclamando disso e daquilo. O hotel cheirava mais a mofo do que a qualquer outra coisa, e era na beira de uma praia famosa. A tosse não me deu trégua mas parou depois que iniciei o curso. Na hora do intervalo do almoço saimos e a tosse voltou. Até o final do curso, encarei a tosse como algo natural, embora ela ficasse mais forte. Comprei tudo que é pastilha e começei a usar, mas a minha voz começou a diminuir e o corpo a dar sinais de desgaste físico. Acabou o curso e pegamos o ônibus para outra cidade, de onde voltaríamos para Brasilia. Na viagem inteira, pouco falei e senti que algo estava estanho demais com aquela tosse e meu complicado assistente em sua primeira viagem.
Ao chegar na outra cidade, o meu assistente resolveu tirar uma foto dele mesmo. Ao verificar a foto tirada, havia cinco pessoas nela, menos ele. Videntes olharam a foto e confirmaram ser um grupo de espíritos escravos. Naquela noite o meu assistente não dormiu um só minuto e o espírito do meu pai tentou expulsá-lo do quarto a noite inteira, enquanto eu dormi sem levantar para nada – dividimos o mesmo quarto. Na verdade o meu pai queria expulsá-lo por causa dos espíritos que estavam grudados nele. O espírito do meu pai biológico é muito atuante e depois que ele faleceu resolveu se juntar a um grupo de protetores que me segue – quando ele era encarnado não acreditava em nada!
Na manhã seguinte, fiz um trabalho para encaminhar aquele grupo de espíritos também responsável pela minha tosse e pelo mal-humor do meu assistente. O objetivo deles era impedir que eu desse o curso e com isso um dos alunos do grupo não seria iniciado – mas foi. Investigamos e foi constatado que aquele aluno fazia parte de um grupo que trabalhava com energias desclassificadas, responsável pelo aprisionamento de espíritos e que não era do interesse deles que o aluno mudasse de rota nem de frequência energética. O grupo não conseguiu me atingir diretamente, apenas provocar a tosse, ao mesmo tempo em que tentou usar o meu assistente e ficou grudado no campo eletromagnético dele. Aquele grupo de espiritos trabalhava para o grupo que o aluno frequenta como se fossem escravos espirituais para efetivar trabalhos feitos, amarrações – compra de carma negativo!
O incidente valeu para mostrar que Reiki não se contamina mas espíritos e outras formas de energia tentam o que podem, do mesmo jeito que fizeram com Jesus até antes do nascimento Dele. Eu estava protegido. Nada me impediu de dar o curso e reencaminhar aquele aluno para outra direção energética, bem como o grupo de escravos espirituais. Dias depois soube que aquele aluno entrou em forte processo de limpeza física, mental, emocional e espiritual – foi quebrada a conexão anterior. O meu assistente teve que se submeter a um trabalho espiritual intenso e a tosse que me atormentava sumiu completamente. Reiki não tem nada a ver com espiritismo, mas nós, humanos, estamos na Terra sob as leis da Terra. Se o mestre não é preparado e não tem consciência das demais realidades que permeiam a Terra, como camadas de uma cebola, e é vitima de uma tentativa de interferência com a acima descrita, a história pode ser diferente tanto para o mestre como para o aluno. Isto é, ninguém está a salvo. É preciso a gente se cuidar muito e manter a mente e o coração puros nos propósitos para poder ser protegidos. A mente contaminada atrai todo tipo de energia e até espíritos escravos da maldade. Tomara que eles tenham sido libertos. O pedido foi encaminhado a quem de direito.
Por: José Joacir dos Santos
Faz algumas semanas que recebi de um grande amigo um pote com pasta de framboesa. Ele me disse que era especial. Não só por ser framboesa, mas, principalmente, pela pessoa que a produziu.Nunca tinha parado para pensar porque eu tinha passado os últimos doze meses pensando em framboesas em todo tipo de frutas vermelhas. O interesse foi tanto que eu estava comprando regularmente amoras, cerejas e morangos. Mas, eu sentia, lá dentro, que não era só isso.Foi quando pedi a esse amigo que trouxesse para mim essa pasta de framboesa.À primeira vista, nada aconteceu. Entretanto, isso só ficou à primeira vista mesmo. Ao tomá-la mistura com outras frutas, numa vitamina, senti uma energia diferente percorrer meu ser, como se eu estivesse conectando algo que ainda não sabia o que era. O interessante, é que já no segundo dia, ingerindo a pasta de framboesa, comecei a ter sonhos muito reveladores, falando de outras épocas, e de outras existências acontecendo aqui e agora, Separadas apenas pela linha da percepção.O grande “X” da questão é que não parou por aí. Coisas que temos por hábito esconder debaixo do tapete foram jogadas para o alto como uma loucura, no entanto algo me impulsionou a não colocar lá de volta. Muito pelo contrário, senti uma energia emergir dentro de meu ser que me fez bagunçar mais ainda a sujeira. Isso aconteceu de tal forma que as pessoas não me reconheceram.Essa ação foi necessária para que, a partir disso, tudo fosse, finalmente, colocada no seu devido lugar.Não dizem que a comida vem conforme a fome? Foi exatamente o que aconteceu. A necessidade de perdão, de cura e de desprendimento foi-me exigido rapidamente, sem pensar, sem calcular, sem reagir. O universo me pediu um ação, agora. O que fazer? Me entreguei à essa força, que me deixava seguro e que queria mudar.Como será que uma fruta tão pequena como a Framboesa faz isso tudo? Porque será que uma das propriedades é fortalecer o organismo? Porque será que as Framboesas variam do vermelho para o rosa? Será coincidência que essa seja a cor que damos ao Amor? Será coincidência a Framboesa reger o trabalho essencial do Magnified Healing, que é um tratamento de total reprogramação?Alguns dizem que quando se está pronto o mestre desaparece. Contudo, lá no íntumo a gente sabe que é quando estamos totalmente prontos e conectados que o Mestre emerge e assume à nossa vida, colocando as peças chaves do imenso quebra-cabeça que é a vida à nossa disposição, para que não adiemos mais nada e realizemos a nós mesmo no aqui e no agora, que é a única e verdadeira realidade.Ouçamos esse chamado do Grande Espírito da Natureza que quer nos mostrar que é a falta de amor a causadora do sofrimento na vida.(*) Nelson Matheus Silva,É Terapeuta. Une conceitos do oriente ao ocidente, junto com terapias energéticas.Por: José Joacir dos Santos
A literatura japonesa traz o mais famoso registro sobre o uso do incenso na novela The Tale of Genji, escrita pela Lady Murasaki Shikigu, no século XVII, cujo exemplar se encontra no museu de Tokugawa, Japão. Kiyoko Morita, em seu livro Incense, publicado em 1978, afirma ter encontrado menção ao uso de incenso no primeiro jornal japonês, Nihonshoki (Crônicas do Japão), publicado no ano 595. O texto narra o uso de aroma pelos moradores da ilha Awaji, perto de Kobe, e que seu uso teria sido introduzido no Japão juntamente com o budismo, no século VI, e cita em outros a utilização de sândalo, cravo-da-Índia, canela e cânfora. Na literatura tibetana com certeza há registro que vai a milênios mas enfrenta o grande problema da falta de tradutores para os idiomas ocidentais, especialmente inglês, sem contar com o que foi destruído com a ocupação do país em 1948 e consequentemente o exilo do Dalai Lama na Índia. Seja como for, é importante aqui ressaltar a origem cerimonial do uso do incenso nas culturas orientais e ainda hoje não se acende um incenso sem oferecê-lo a mentores espirituais, ascenstrais, divindades, protetores, anjos e guardiães da família e da casa.
Nas pinturas existentes nos museus japoneses, especialmente datadas dos séculos 17 e 18, fala-se que os personagens, bem vestidos e em posição de cerimônia, estão “ouvindo o incenso”, como se ouve a lareira queimar, a fogueira, como se canta com as velas de aniversário acesas. Essa leveza da cultura oriental se baseia no respeito por tudo que há no universo e no entendimento que somos partes do todo, privilegiando o sentimento positivo pelas coisas simples ligadas à natureza.Aqueles que discriminam o uso de altares e de incenso certamente nunca prestaram bem atenção ao que está escrito em Genesis VIII, 12:21. Esse trecho da Bíblia diz que Noah construiu um altar e acendeu incensos a Deus. Na história do nascimento de Jesus também é narrado que os Reis Magos trouxeram incensos e ofereceram ao recém-nascido. Quando o corpo de Jesus foi dado como morto, diz-se que ele boi banhado com mirra e sândalos, os mais conhecidos ingredientes de incenso na antiguidade, como símbolo de pureza. Buda foi cremado com madeira de sândalo, assim como os ricos indianos ainda o fazem hoje. Foi encontrada mirra em todas as múmias egípcias. O Império Romano importava plantas aromáticas para fabricação de incenso.
Nas histórias populares chinesas, há registro do uso de incenso pelos nobres da corte desde o século 150 antes de Cristo. No Japão, nos livros antigos, como The Pillow Book, escrito pela Lady Shonagon no ano 1002, o incenso estava muito ligado a um luxo das classes favorecidas, porque as ervas e especiarias já eram caras naquela época. Há centenas de anos que o uso do incenso se espalhou pela Ásia inteira e por todas as classes sociais.Um detalhe interessante e cheio de contrastres dentro da sociedade japonesa, ao contrário da chinesa, especialmente no século XVII, é que só homens utilizavam incensos mas os shoguns e os samurais não chegavam nem perto de incensos, poesia e cerimônia do chá. Ao mesmo tempo, as classes menos favorecidas e os comerciantes valorizavam o incenso e por volta do ano 1603 apareceram “escolas” de incenso, que mais tarde se tornariam “fábricas” com a demanda e a adesão da elite militarizada com os shoguns e os samurais até o governo interferir e baixar normas para os incensos, que passaram a ser “fabricados” por duas grandes escolas holísticas, de profundo treinamento espiritualista chamadas Shino Soshin e Sanjonishi Sanetaka. Daí, o povão passou a criar e apareceram os travesseiros com incensos e toda uma gama de produtos direcionados ao uso do incenso, chamado em japonês de Koh-do. Veja que o Japão desenvolveu isso tudo por volta do ano 1603. Nessa mesma época, o budismo tibetano já tinha influenciado, há séculos, o uso do incenso por toda China, Mangólia e região e o Brasil estava no auge da exploração da Floresta Atlântica pelos portugueses e aventureiros do mar.
A grande diferença do incenso fabricado pelos tibetanos, japoneses e parte da China, ainda hoje, é a inexistência de produtos químicos ao contrário da Índia que utiliza química até em roupas. O incenso que chega hoje ao Brasil, vindo da Índia, é impregnado de produtos químicos e em muitos casos provoca irritação e alergias. O incenso puro não causa alergia. Não faz muito tempo a revista Time denunciou a exploração de pessoas pobres pelas fábricas indianas de roupas e mostrou casos de morte por contaminação pelos produtos químicos utilizados nos tecidos. O governo brasileiro atrapalha bastante neste aspecto.
O produto bom, fabricado com plantas orgânicas como é feito há milhares de anos não entra no Brasil porque a alfândega bloqueia, tanto nos aeroportos como nos Correios. Mas pelo Paraguai entra tudo que é porcaria, de procedência sempre duvidosa, e os mesmos órgãos do governo brasileiro fingem que não vê. Nós brasileiros temos a capacidade de importar lixo de várias fontes, só pelo preço, como os produtos paraguaios vindos da China e produzidos lá pelos chamados prisioneiros da consciência, isto é, pessoas presas por serem religiosas, por serem homossexuais, por pensarem diferente, por discordarem do estabelecido como milhares de tibetanos presos e obrigados a fabricar incensos e outras coisas, de graça, para serem vendidos no exterior a preço de banana mas que volta para os cofres chineses como dólares.
Se você visitar os mercados populares de Belém do Pará e de Manaus (não visitei, mas uma amiga fez a pesquisa por mim), você vai perceber o quanto o Brasil desconhece os ricos aromas das ervas cultivadas ou simplesmente catadas na floresta pela população que vive da venda de ervas. Em Brasilia, percorri os shoppings procurando óleo ou essência pura de arruda. Simplesmente não existe. As lojas vendem essências importadas, caras, saturadas e ignoram as brasileiras, ricas em aroma e qualidade. Aqui e ali você acha incensos feitos com ervas nativas brasileiras, mas ainda de má qualidade e são caros. Quando a gente vai chegar lá? Quando nós brasileiros vamos compreender que o país é rico em tudo? E que tudo isso pode virar ouro em pó? É uma questão de educação ou política?Com o tempo, os monges budistas e taoístas desenvolveram a cerimônia do incenso e a rica musicoterapia chinesa antes da revolução comunista também pensou nisso, assim como os tibetanos já fazia até antes do budismo chegar por lá (só existiam xamãs no Tibete). Os japoneses adoram ceminônia e toda a família é envolvida nelas, tendo os mais velhos o privilégio de conduzi-las e de sentar-se nos nos lugares de honra da casa. Nos dias de hoje, todo bom espiritualista tem seu altar em casa, uma tradição nas principais religiões do mundo, e você pode até mandar fazer um lindo móvel só para isso. No incenceiro coloca arroz cru da melhor qualidade para segurar os incensos (não coloca terra).
Lembre que o arroz nasce na lama, atravessa a água e transmuta os nutrientes em caroços deliciosos, hummm. A toalha do altar deve ser de tecido puro, algodão ou seda, em cores vibrantes, ao gosto do dono, especialmente dourado, lilás, azul, rosa. Fotografias dos que já se foram podem ser colocadas no altar quando você rezar para os antepassados. Flores, copo com água pura, cristal, algo de metal e madeira para completar os cinco elementos essenciais. O altar deve ficar, de preferência, virado para o Norte por causa do ímã polar. Em frente ao altar você conversa, reza, pede, conta o que aconteceu, canta, dança, agradece e chama os protetores da família. É o ponto da terapia familiar ou individual. É dito que não há energia negativa que fique na casa onde incenso é queimado no altar, que por si cria um polo de conexão energética positiva para toda a casa. Coloque as imagens que quizer no altar. Quem tiver problema com imagens deve fazer terapia – porque isso faz parte do medo da própria imagem. As crianças devem ser ensinadas a fazer esses rituais logo cedo para aprenderem valores sólidos, positivos, e se tornarem imunes ao mundo agressivo e contaminado fora de casa. Em algumas casas, as flores do altar mucham rapidamente. Você substitui até que as flores não muchem facilmente – e assim a casa estará limpa. Com o tempo a casa passa a cheirar e as pessoas a se sentirem felizes em casa. É preciso adquirir incensos de qualidade.
Por enquanto, já que o incenso tibetano é barrado pelo governo, embora muitas autoridades alfadengárias nem saibam muito o que é incenso, os incensos japoneses são os mais seguros e as são encontrados no mercado. Uma dica: aqueles incensos que acabam logo devem ser deixados no lugar onde são vendidos. Aqueles com mais de uma planta ou essência, também. Leiam sempre os rótulos e a procedência. Essa história de que incenso provoca câncer é mais uma daquelas produzidas pelo outro lado da luz, que odeia incenso, e o trabalho dessa gente é confundir o público. Até algumas revistas mascaradas de “saúde” fazem isso. Morei muitos anos no Oriente e visitei inúmeros lugares que usam diariamente incenso, há séculos, e nunca vi ou ouvi dizer de alguém que tenha morrido com câncer por causa de incenso. Por que será que só vemos monges sadios? E eles lidam com incenso diariamente.
Por: José Joacir dos Santos
Em entrevista concedida ao Mestre John Gray, em setembro de 2008, a Mestra Phyllis Furumoto, neta de Takata, fala abertamente do seu temperamento difícil na juventude, de não ter gostado muito de ter sido escolhida como a neta que continuaria o trabalho da avó famosa, da luta interna que travava para aceitar Reiki, e que tinha de obedecer à família porque essa é a tradição dos descendentes de japoneses. Conta que era impaciente e que se irritava quando fazia perguntas e a avó Takata respondia: “deixe o Reiki lhe ensinar”. Por ser jovem quando a avó faleceu, Phyllis se arrepende de não ter passado mais tempo com ela e ouvido tudo o que a avó tinha para ensinar e dizer. A mãe de Phyllis tinha cerca de 12 anos de idade quando foi iniciada, também, por Hayashi, no mesmo período em que Takata estava sendo treinada por Hayashi, mas quando Phyllis nasceu Hayashi já havia falecido. Por isso ela foi iniciada pela avó Takata.
Por: José Joacir dos Santos
Foi de muita utilidade o uso do aurímetro nos últimos cursos de Reiki, tanto antes e depois das iniciações quanto antes e depois das aplicações. Esse pequeno aparelho, mais conhecido por aqueles que trabalham com radiestesia, prova, cientificamente, a expansão do campo eletromagnético de quem é submetido à energia universal da Terapia Reiki. A expansão individual da aura ocorre e o tamanho dela está diretamente relacionado com a história individual de contato e conexão com a luz divina. Pessoas doentes tem a aura reduzida. Se o doente perdeu a fé, a aura pode ser rompida e utilizada pelo lado sem luz. Para exemplificar, utilizamos o aurímetro em pessoas que tinham um campo energético de apenas um metro. Depois da iniciação em Reiki, a pessoa passou a ter quase quatro metros quadrados e raio luminoso, apontado por um simples aurímetro sem possibilidade de fraude porque essa medição foi feita na presença de quinze pessoas. Assim como a energia universal vital da Terapia Reiki, o aurímetro não necessita de parcela alguma de fé. É pura física!Para aqueles que conhecem as orientações do Archanjo Miguel, cuja missão principal é despertar e fortalecer a fé, cabe aqui lembrar a necessidade constante que todo ser humano tem de se vestir da proteção divina, cuja vestimenta principal é a fé. A fé estabelece uma camada de proteção de luz (aura) ao nosso redor, a qual também é recarregada pela prática de terapias energéticas como Reiki, Chama Violeta, entre outras, cuja bateria física é o pensamento positivo. Houve um tempo que se tomava banho aos domingos para ir a missa, mas na era em que vivemos essa necessidade tem a velocidade da internete. Não dá mais para esperar pelos domingos. A realimentação energética tornou-se uma necessidade vinte e quatro horas e as terapias energéticas se enquadram muito bem nessa urgência, porque o iniciado já traz consigo as ferramentas que precisa: as mãos e os códigos sagrados. Houve também um tempo em que a imposição de mãos, com a finalidade de transmissão da energia vital, era coisa de “bruxaria”. Quem não lembra que Chico Xavier foi preso? Hoje ninguém consegue mais esconder os registros sobre a imposição das mãos contidos na Bíblia, publicada na internete. Em um dos livros ditados pelo Arcanjo Miguel para os trabalhadores da Ponte para a Liberdade, ele diz: “A fé deve ser adquirida por vós mesmos, através de um trabalho árduo, consciente e persistente”. Ele acrescenta que é a gente mesmo quem busca e se alimenta de fé, isto é, é um processo individual porque é uma opção: a fé eleva o campo eletromagnético do ser humano, trazendo a saúde. A falta de fé conecta o ser humano ao medo e o medo é a expressão da força do outro lado sem luz, doente. “A luz da fé, da proteção e do poder (divino) é vitoriosa”. Que tem fé não tem dúvida, não tem medo e tem o campo eletromagnético protegido contra as sensações negativas do Eu Inferior e seus soldados tão ativos no mundo atual – obsessores, vampiros, trabalhadores da escuridão da noite, traficantes. O Arcanjo Miguel fala que devemos nos vestir, sempre, com o que ele chama de “armadura de luz”. Isso nada mais é do que um campo eletromagnético criado pela mente, fortalecido pela fé e pelo pensamento positivo, que se manifesta em forma de aura, a qual é medida por um aurímetro. Este aparelho pode ser utilizado por qualquer pessoa porque ele só exige que a pessoa o segure firmemente partindo de um ponto onde deseja medir a energia existente. É utilizado também para localizar água no subsolo, achar minas, etc. A energia universal e vital da Terapia Reiki realimenta esse campo eletromagnético de pessoas, plantas, animais, objetos, lugares e tudo o que for canalizado com ela, ampliando, criando limites físicos e até tornando a energia mais densa como a que segura a gema de um ovo. Na medida que o tempo avança, todo ser humano precisa estar amparado na luz, da qual algumas religiões e seitas já se distanciaram há tempos. As pessoas mais sensíveis podem detectar quando igrejas estão sem a energia divina. Os lugares divinos têm brilho, aroma natural, vigor e provocam um bem-estar incalculável e silencioso.
Por: José Joacir dos Santos
A Associação está catalogando histórias de tratamentos com Reiki. Publicaremos alterando o nome da pessoa e o lugar onde mora. Mande a sua história. Conte casos concretos de seus clientes.
Por: José Joacir dos Santos
Quando o aluno de Reiki chega ao nível II fica surpreso com a possibilidade de enviar Reiki à distância, tanto para os antepassados como para qualquer pessoa que já atravessou a linha da vida para o outro lado, assim como para si mesmo em outras vidas. Devido a minha formação Kardista-Xamânica-Budista, eu jamais tive dúvida alguma a respeito da continuação da vida do outro lado da linha, mesmo porque o contato com o outro lado nunca foi cortado comigo, desde a infância. Ao ver pessoas ainda incrédulas e duvidosas com relação ao mundo espiritual eu apenas tenho compaixão e sei que elas estão perdendo o precioso tempo. O culto aos antepassados é praticado em várias regiões da Ásia, e por várias seitas e religiões, porque há a certeza de que a prosperidade nesta vida depende do bem-estar espititual de quem já se foi. Ninguém corta os laços familiares apenas saindo de casa, muito menos com quem estiver do outro lado da vida – amigos e inimigos. O ciclo cármico continua, independente da nossa vontade.Se as pessoas meditassem sobre este assunto não haveria sofrimento nem causariam sofrimento a outras pessoas porque nem tirando a vida de uma pessoa o sofrimento acaba. Muito pelo contrário, quem tira a vida ou inferniza a vida de pessoas que se vão está antecipando o sofrimento que vai enfrentar quando chegar a vez de partir, porque todo mundo morre algum dia. A gente pode tentar ignorar isso como se tenta ignorar que a vida requer constantemente a mudança de pensamentos, hábitos, ações, de conceitos e preconceitos com relação a absolutamente tudo.
O medo da morte precisa ser tratado, com a mesma importância do medo de casar, de ser feliz, de cair da escada, etc. Qualquer tipo de medo só tem o tamanho criado por quem o segura porque tudo é mental. Já recebi inúmeros depoimentos de pessoas que obtiveram mudanças em suas vidas, até na saúde física, simplesmente por enviar Reiki aos antepassados, amigos, inimigos e obsessores. A obsessão tem inúmeras facetas e uma delas é a capacidade de quem obsedia de não aparecer, não demonstrar, de se aproveitar da ignorância e da icredibilidade de quem obsedia. Quem morre e deixa ganchos para resolver fica preso a eles e muitas vezes isso se vira obssessão porque da outra ponta da linha tem a pessoa com a qual quem foi deixou uma pendência. Isso gera doenças, geralmente aquelas que a medicina não consegue detectar ou manda pessoas obsediadas para os manicômios, onde serão medicadas sem a menor necessidade, até adoecerem de verdade. Muitos pacientes em hospitais para loucos são apenas pessoas obsedadas. Por isso que os remédios nem a terapia funcionam.
Nem sempre quem obsedia o faz por maldade. A lei da causa e efeito não é negociável. Ao partir para o outro lado, cada um de nós ficará dentro dos limites das próprias imagens mentais, isto é, de tudo que acredita ou não acredita. É como dormir e sonhar. A gente acorda achando que está vivendo no tempo sonhado. O problema é que quando a gente morre não tem com “acordar”. A gente fica no mundo criado e ou vivenciado por nós mesmos, os nossos pensamentos e crenças, preso esse ninho por uma eternidade até receber a compaixão de uma oração ou de Reiki, não importa de quem. E isso pode não acontecer.
A grande diferença entre o tempo de recebimento entre quem está do lado de cá e quem está do lado de lá é que quem está do lado de cá tem a mente, as crenças e a racionalidade para atrapalhar o recebimento de uma oração ou de Reiki. Acrescente aí os demais fatores mentais e a interferência de obsessores encarnados e desencarnados. Mas quem está do outro lado, isto é, em espírito, recebe imediatamente, assim como recebe as besteiras que você diz e pensa. Na maioria dos casos é como alguém está morrendo de sede e alguém chegar com um copo de água pura. A água desce revitalizando todo o organismo e uma nova esperança de vida ocorre. Do mesmo jeito é com o recebimento de Reiki por antepassados e por quem estiver do outro lado, inclusive obsessores.
Então, quem tiver o nível II de Reiki, mãos ã obra. A sequência é a mesma: 1,3,2,1. Ajude a quem está esperando pela sua boa-vontade e contribua para um mundo melhor, com menos laços cármicos negativos. Amanhã, você pode estar do outro lado com a mesma necessidade.
Por: José Joacir dos Santos
MEDICINA ORIENTAL - A saúde depende da respiração
Faz menos de um século que a grande maioria dos chineses veio a conhecer energia elétrica. Eles não tinham muito conhecimento nessa área mas há mais de três mil anos sabiam dos benefícios da respiração correta e da definição da energia universal: Qi, Chi, Ki or prana. Imagine os tibetanos, que desde 1948 estão sob ocupação e ainda vivem com lamparinas à base de óleo animal e vegeral, mas já tinham tratados de medicina, de fitoterapia e de psicologia. Essa informação serve para valorizar ainda mais todo o conhecimento sobre medicina em geral, vindo dessas civilizações antigas, repassado pelos xamãs, monges, monges-médicos, diretamente conectados com a espiritualidade porque não havia ciência do jeito que ela se define hoje no Ocidente. Isso é difícil de ser entendido por algumas camadas da sociedade brasileira, especialmente as elites da medicina oficial por causa de uma falha na nossa cultura, por causa da nossa idade: Temos cerca de 500 anos e não herdamos um conhecimento mais profundo dos nossos antepassados indígenas, que não conheciam a escrita, e já avançamos muito no conhecimento da energia como um todo, até nuclear, sempre importado, e ainda falta muito.
Eles sabiam o que era energia universal e a ela deram o nome de Chi ou Qi em chinês, ki em japonês e prana nas línguas indianas. O estudo do Qi é parte essencial da medicina oriental e de todas as terapias vindas do Oriente como acupuntura, Chi Kung (QiQong), Reiki, massagem medicinal, fitoterapia. Qi é a energia que vem do ar e alimenta a todos os seres vivos, inclusive plantas, minerais, animais. No ser humano, além do Qi que vem do ar e respiramos, existe o Qi herdado dos nossos pais, e o Qi de tudo que comemos ou bebemos – coisas fritas e supercozidas perdem o Qi. Cada órgão humano tem um Qi diferente, que interage com os demais. O Qi do ar e o Qi dos alimentos se misturam e então é chamado de Qi do Fogo (ou Fogo do Qi, o elemento Fogo). É o Qi do Fogo que nos faz viver e esse Qi precisa ter qualidade, tanto do ar que respiramos quando dos alimentos que ingerimos (e a relação com os cinco elementos). Pessoas que respiram mal ou não sabem respirar e ou comem mal produzem baixa qualidade de energia (Qi do Fogo) e assim se candidatam ao enfraquecimento e às doenças. Aqui os praticantes de Reiki logo compreendem porque a terapia precisa de uma iniciação: porque o KI do Rei-Ki é outra corrente eletromagnética de Qi, que só é repassada através da iniciação, feita por um mestre credenciado. Uma pessoa não-iniciada pode transmitir apenas o Qi do ar e dos alimentos, mas não o Qi eletromagnético da cura. Esse eletromagnetismo vem pelo ar e se transforma na mente. É é sutil, isto é, não é material, é transmissível e está relacionado ao espírito (Shen, em chinês). O praticante de Chi Kung, ou uma pessoa não iniciada em Reiki, pode transmitir energia para outra pessoa com a finalidade de equilibrar um órgão físico e essa energia é a que ele treinou através dos exercícios de Chi Kung, isto é, a energia Qi dele mesmo – do ar e dos alimentos. A agulha de acupuntura ativa a energia Qi física.
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Por: José Joacir dos Santos
A fotografia ao lado é de um pé de laranjeira que era raquítico e produzia poucos e pequenos frutos. A Mestra Ivone Duarte, de Brasilia, passou a enviar Reiki para ela à distância. A árvore floriu, passou a produzir laranjas em grande quantidade e cada fruto tem um tamanho maior que o comum. Nesta plantação não há agrotóxicos nem adubos. A mesma coisa aconteceu com outros pés de frutas no sítio da Mestra. Faça você também esse teste com suas fruteiras e mande as fotos para cá. Eu conheci os pés de laranjeira dela antes da Mestra começar o tratamento com Reiki. Não digo que fiquei surpreso quando vi as fotos, mas dá o que pensar sobre essa maravilhosa técnica. Amplie a foto e verifique o brilho das laranjas. Se você tem um história de cura com Reiki, mande para nós!